terça-feira, 19 de setembro de 2017

noite







percorro, um a um, os blogues que constam da minha lista de leitura, à procura de algum texto, algum poema, com que possa acalmar o turbilhão do dia que ainda me corre no corpo. encontro uma metáfora num pequeno texto, e uma música numa caixa de comentários, onde demoro brevemente os sentidos. 














modos de chegar






















envio pardais para que te lembrem de mim. colo o meu olhar nos olhos deles.

















caramba, bolas, bolas


















estou aqui a consultar o meu saldo bancário e a utilizar a app dos milagres para pagar contas, e a pensar que o criador devia ter-me feito ou espiritual, ou material tipo carne mesmo, carne só. isto de manter a confiança e algum equilíbrio e serenidade perante o que me é apresentado, não é para qualquer um. ser um monge tibetano, uma freira num convento, eremita em qualquer caverna, ou apenas alguém que só pense em levar a sua vidinha e ganhar o seu sustento, seria bem mais fácil. 
caramba, bolas, bolas.